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A Miopia
Um dos problemas do aparelho visual mais frequente na sociedade atual é a miopia, tratando-se de um tipo de erro refrativo. É vulgarmente descrita como ver mal ao longe.
Na miopia a imagem é focada à frente da retina, o que dificulta a visão ao longe. Na generalidade deste casos, o olho possui um tamanho maior do que o normal e é mais suscetível de desenvolver algumas patologias, como por exemplo glaucoma, cataratas e descolamento da retina.
Existem dois tipos de miopia, isto é, a simples e a degenerativa ou maligna. A primeira é muito mais comum na população, normalmente não excede as 6 dioptrias e é passível de correção ótica total. Já a segunda ultrapassa as 6 dioptrias, em alguns casos não consegue corrigir-se totalmente com correção ótica e podem ocorrer modificações na retina e na coroideia (membrana do globo ocular), colocando em risco a visão (Direção Geral da Saúde - DGS).
Embora não existam muitos estudos em Portugal sobre este tema, tem-se verificado que o número de casos de miopia tem aumentado bastante a nível mundial nas últimas décadas, principalmente nos mais jovens (Sociedade Portuguesa de Oftalmologia - SPO).
Atualmente sabe-se que a falta de exposição à luz solar pode ser uma das principais causas, pois esta contribui para a libertação de dopamina (neurotransmissor que confere proteção ao olho).
As atividades ao ar livre são cada vez menos (mais tempo passado em casa, na escola ou no trabalho) e a utilização de dispositivos eletrónicos (computador, tablet, telemóvel) é tendencionalmente maior e mais precoce na sociedade, assim como o número de horas em visão de perto (leitura, estudo, computador).
A miopia é, assim, considerada uma patologia de países desenvolvidos.
Os Principais Benefícios Terapêuticos de Aloe vera Contra o Cancro
O cancro é uma doença grave, com um aumento de incidência progressivo e preocupante. Registou-se o acréscimo de 4% do número de novos casos em Portugal no espaço de apenas um ano - entre 2009 e 2010. A próstata, a mama e o cólon foram os órgãos mais atingidos (Direção Geral da Saúde - DGS).
O Aloés (Aloe vera) é uma planta medicinal com imensas propriedades curativas, sendo uma das mais conhecidas e importantes o seu poder no combate contra o cancro.
É, então, anticancerígeno, isto é, participa na redução e eliminação de tumores e variados tipos de cancro. Exerce um potente efeito antioxidante, sendo capaz de destruir eficazmente os radicais livres. Estes, por sua vez, são moléculas altamente instáveis e reativas, resultantes de reações metabólicas do organismo humano, que se tem demonstrado estarem presentes em inúmeras patologias (designadamente o cancro).
Para além disto, o Aloés torna o sistema imunitário mais forte e aumenta grandemente as defesas, o que faz com que o organismo esteja mais protegido e consiga combater o cancro com maior eficácia. Consegue, igualmente, prevenir e travar infeções oportunistas normalmente características nos casos de cancro.
Participa, ainda, na regeneração das células (facilita a eliminação de células velhas).
Esta planta é muito rica em diferentes nutrientes e promove o metabolismo celular, estimulando a produção de energia necessária ao organismo para cumprir as suas funções e manter-se saudável.
O Aloés é, assim, uma planta extremamente útil para combater o cancro, com a enorme vantagem da sua utilização ser segura e não provocar efeitos adversos.
Capacidade de Controlo Glicémico de Forma Natural
Existem várias substâncias naturais com grandes benefícios para a saúde e que ajudam a reduzir os níveis de glicose (açúcar) presentes na corrente sanguínea. Elegem-se diversas plantas medicinais e algumas vitaminas e minerais, cujos efeitos terapêuticos são cada vez mais estudados e descritos em estudos clínicos.
As mais utilizadas são Erva de São Roberto (Geranium robertianum), Dente de Leão (Taraxacum officinale), Banaba (Lagerstroemia speciosa), Chá Verde (Camellia sinensis), Aralá da Mata (Myrcia citrifolia) e o Crómio. São, também, relevantes Borragem (Borago officinalis), Fel da Terra (Centaurium erythraea) e as vitaminas C e E.
A maioria tem importantes propriedades hipoglicemiantes (diminuem a glicémia), antioxidantes (mantêm os vasos sanguíneos mais saudáveis por mais tempo, melhorando a circulação sanguínea) e hipolipemiantes (reduzem a quantidade de gorduras no sangue). Algumas estimulam adicionalmente a perda de peso e melhoram a ação da insulina no organismo. Todos estes efeitos são essenciais para a saúde de um doente diabético.
Os medicamentos antidiabéticos orais de origem química são largamente utilizados no controlo dos níveis de glicémia nos doentes diabéticos e, muitas vezes, necessários. No entanto, provocam alguns efeitos secundários indesejáveis, sendo os mais frequentes ao nível gastrointestinal (diarreia, distensão e cólicas abdominais, gases, náuseas) e ganho de peso. Pode ainda ocorrer o aumento do risco de fraturas e de doenças cardiovasculares.
Como tal, as opções terapêuticas naturais são crescentemente valorizadas como coadjuvantes no tratamento da Diabetes mellitus, em especial do tipo 2. Têm a enorme vantagem de não causar efeitos adversos, de não aumentar o risco de surgirem novos problemas de saúde ou agravarem os já existentes e de prevenir ou retardar o aparecimento das complicações características da Diabetes mellitus, proporcionando mais saúde e muito melhor qualidade de vida aos doentes.
Saiba como é constituÍdo o Organismo Humano



